sábado, 2 de junho de 2012

Sismo de 5.8 sentido na Indonésia

Um terremoto de 5,8 graus na escala Richter sacudiu, esta sexta-feira, a província de Papua Ocidental, no leste da Indonésia, naõ havendo vítimas mortais a registar.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos, que regista a atividade sísmica em todo o mundo, revelou que o epicentro foi a 24,5 quilómetros de profundidade e 2.997 km ao leste de Jacarta.

A Indonésia faz parte do chamado Anel de Fogo do Pacífico e regista cerca de sete mil sismos por ano, a maioria deles de baixa intensidade.

Vulcão Fuego, na Guatemala, entra em erupção.

CIDADE DA GUATEMALA, 19 Mai (Reuters) - O vulcão Fuego, na Guatemala, cuspiu lava e cinzas negras ao céu na manhã deste sábado, levando o governo a emitir um alerta a aeronaves e fechar partes de rodovias.
O vulcão, situado a cerca de 40 quilômetros a sudoeste da capital, entrou em erupção por volta das 2h45, no horário local, expelindo uma coluna de cinzas até 5 mil metros acima da cratera e lançando lava fumegante até quase 400 metros de altura.
A comissão de emergência nacional emitiu um alerta, avisando aeronaves de que não devem voar a um raio de 40 quilômetro de distância do vulcão. O aeroporto internacional de La Aurora, na Cidade da Guatemala, continuou aberto.
A comissão também fechou dois trechos de rodovia ameaçados pelo fluxo de lava que atingiu a base da montanha.
Os quatro vulcões ativos da Guatemala têm um histórico de problemas. Em 2010, uma explosão no vulcão de Pacaya, situado a cerca de 40 quilômetros ao sul da cidade da Guatemala, cobriu a cidade com uma camada espessa de cinza negra e pedras, forçando centenas de famílias a evacuar e obrigando o aeroporto internacional a fechar.

quarta-feira, 18 de abril de 2012



Saber um pouco mais.....

FURNA DO ENXOFRE

A Furna do Enxofre é uma formação geológica de origem vulcânica portuguesa localizada na freguesia da Luz, no concelho de Santa Cruz da Graciosa, ilha Graciosa, Açores.
Apresenta-se no interior da Caldeira da Graciosa rodeada por vertentes muito abruptas e escarpadas tendo uma direcção alongada numa direcção que geralmente se oriente no sentido SE.
Esta furna tem origem em dois centros eruptivos da Caldeira da ilha Graciosa.
Trata-se de uma grande e imponente caverna lávica, bastante profunda. Tem um comprimento máximo de 194 metros com cerca de 40 metros de altura de teto na parte central, e que se caracteriza por ter um teto em forma de abóbada perfeita.
A parte mais importante desta furna localiza-se na parte SE da Caldeira da Graciosa, e comunica com o exterior através de duas aberturas dispostas ao longo de uma direcção geral noroeste-sudeste.
O acesso ao interior desta gruta faz-se por uma torre com cerca de cantaria e alvenaria com 37 metros de altura que contem uma escada em caracol que se prolonga por 183 degraus. Este aceso foi construído no início do Século XX.
A exploração desta gruta teve inicio no Século XIX por vários investigadores entre os quais o Príncipe Alberto do Mónaco e os naturalistas Ferdinand André Fouqué e Georg Hartung.
Esta gruta é considerada única no campo vulcano-espeleológico internacional e a sua génese está associada a uma importante fase efusiva intracaldeira, do tipo havaiano, que envolveu a formação de um lago de lava.
Na fase final desta erupção havaiana, a lava existente no interior da caldeira, ainda fluida, foi drenada ao longo da conduta principal do vulcão, precisamente pela zona onde se encontra actualmente esta cavidade.
No interior da Furna do Enxofre e para além de um lago de água fria, encontra-se um importante campo de libertação de gazes formado por fumarolas, lamas e por emanações gasosas difusas de dióxido de carbono.
Estes gazes libertam-se muitas vezes de forma imperceptível em diversas áreas do chão da gruta. Muitas vezes em certas condições ambientais a concentração de dióxido de carbono no ar atmosférico circundante pode atingir valores superiores aos admissíveis em termos de saúde pública, facto pelo qual o local é monitorizado em contínuo.
Esta gruta é pelo Decreto Legislativo Regional n.o 24/2004/A (Governo Regional dos Açores) considerada uma estrutura geológica de elevado interesse, onde as necessidades de protecção, preservação e de partilha dos valores biológicos, estéticos, científicos e culturais mais se fazem sentir; tornando necessária a sua protecção.

Algumas das espécies observadas na gruta:
  • Euzetes globula Acari-Oribatei Euzetidae
  • Lithobius pilicornis Chilopoda Lithobiidae
  • Folsomia candida Collembola Isotomidae
  • Disparrhopalites patrizii Collembola Arrhopalitidae

IMAGENS:








RELATÓRIO

 Questão central:

Quais as condições essenciais para a formação de minerais?

TEMA:

Formação de minerais

PRINCÍPIOS:

·         O mineral é um corpo sólido, natural, com composição química definida ou variável dentro de certos limites, inorgânico e com textura cristalina característica.
·         Todos os minerais têm estrutura cristalina, isto é, são formados por átomos ou iões, dispostos ordenadamente numa estrutura a 3 dimensões.
·         Os principais fatores externos que condicionam a formação de cristais são: agitação do meio onde se formam, o tempo, o espaço disponível e a temperatura.
·         A formação dos cristais é dependente das condições envolventes, mas a estrutura cristalina é constante e independente dessas condições.
·         A estrutura cristalina é formada por fiadas de partículas ordenadas ritmicamente segundo diferentes direções do espaço.



CONCEITOS:

·         Mineral;
·         Pressão;
·         Temperatura;
·         Espaço;
·         Tempo;
·         Cristais;
·         Estrutura cristalina;
·         Átomos;
·         Rede tridimensional;
·         Textura granular.

DADOS E ACONTECIMENTOS:

Procedimento experimental:
  • Aqueceu-se na hotte uma quantidade pequena de enxofre em pó até fundir ,visto que, este, quando fundido, liberta gases tóxicos;
  • Colocou-se o algum desse enxofre numa placa fria (placa de vidro);
  • Outra parte dele foi colocada num cadinho sendo este deixado a arrefecer à temperatura ambiente;
  • A restante parte foi colocada noutro cadinho e foi arrefecido em banho-Maria a 40°C;











Fig. 1 : Fusão do enxofre na hotte.                         





RESULTADOS:
 











Fig. 2 : Enxofre arrefecido sobre uma placa fria.
 









 Fig. 3 : Enxofre arrefecido à temperatura ambiente.












Fig. 4 : Enxofre arrefecido em banho-Maria a
 40°C.












Fig. 5 : Enxofre arrefecido na placa de vidro após ter sido retirada da mesma. Na parte inferior apresenta uma espécie de material vítreo devido ao seu rápido arrefecimento.


CONCLUSÃO:

 Na experiência 1 (o enxofre arrefecido na placa fria), o arrefecimento foi rápido não dando tempo para a formação de cristais.
 Na experiência 2 (o enxofre arrefecido à temperatura ambiente), o arrefecimento é um pouco mais lento que na experiência anterior logo, houve tempo para a formação de cristais embora não muito definidos.
 Na experiência 3 (o enxofre arrefecido em banho-Maria a 40°C), o arrefecimento foi muito lento logo, houve tempo para a formação de cristais mais bem definidos.
 O fator condicionante do aspeto e desenvolvimento dos cristais obtidos que foi testado nesta experiência, foi a temperatura.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

DIVERSIDADE DE MAGMAS


TIPOS DE MAGMA
MATERIAIS DE ORIGEM
CONTEXTO TECTÓNICO
PROCESSO DE FORMAÇÃO
TIPOS DE ROCHAS QUE ORIGINAM
MAGMA BASÁLTICO
Rochas do manto.
Limite divergente (rifte) e pontos quentes.
Resulta da fusão parcial de uma rocha constituinte do manto, o peridotito.
- Gabro;
- Basalto.
MAGMA ANDESÍTICO
Mistura de material proveniente da crosta oceânica e continental.
Limite convergente – zona de subducção.
Têm uma origem complexa e ainda mal esclarecida.
- Diorito (em profundidade);
- Andesito (à superfície).
MAGMA RÍOLITICO
Rochas da crosta continental ricas em H₂O (água) e CO₂ (dióxido de carbono).
Limite convergente.
Resulta da fusão parcial das rochas constituintes da crusta continental.
- Granito;
- Ríolito.

quarta-feira, 21 de março de 2012

CARVÃO vs PETRÓLEO


CARACTERÍSTICAS
CARVÃO
PETRÓLEO
ORIGEM
Feito a partir de restos de plantas (musgos e herbáceas)
Deriva da parte lipídica da matéria orgânica
AMBIENTE DE FORMAÇÃO
Forma-se em ambientes continentais propícios (áreas de difícil drenagem de água)
Forma-se em bacias oceânicas onde existe zooplâncton e fitoplâncton






PROCESSO DE FORMAÇÃO
Os depósitos carboníferos se formaram de restos de plantas acumuladas em pântanos, que se decompuseram, fazendo surgir as camadas de turfa. A elevação do nível das águas do mar ou o rebaixamento da terra provocaram o afundamento dessas camadas sob sedimentos marinhos, cujo peso comprimiu a turfa, transformando-a, sob elevadas temperaturas, em carvão.
A deposição, no fundo de lagos e mares, de restos de animais e vegetais mortos ao longo de milhares de anos. Estes restos iam sendo cobertos por sedimentos, e mais tarde esses sedimentos se transformaram em rochas sedimentares. Pela ação do calor e da alta pressão provocados pelo empilhamento dessas camadas, possibilitou reações complexas, formando o petróleo.
PRODUTOS FINAIS
Turfas; Lignites; Antracites; Carvões betuminosos
Gasolina; Fuel para aviões; Petróleo de aquecimento e iluminação; Diesel; Parafina; Asfalto

sábado, 17 de março de 2012

Relatório:
Questão central:
Qual a relação entre a granulometria e a porosidade de uma areia?

Teoria:
Rochas Sedimentares Detríticas

Principios:
  • Rocha é a unidade estrutural fundamental da crusta terrestre formado por um ou mais minerais associados que mantêm a sua individualidade.
  • Areia, são detritos com dimensões entre 11/16mm e 2 mm.
  • As areias são rochas desagregadas que podem ser observadas em diferentes ambientes: nos rios, nas praias.
  • As areias podem dar muitas indicações sobre a fonte dos materiais que as constituem e sobre as condições ambientais em que se formaram.
  • Entre os grãos de areia existem espaços ou poros onde a água ou o ar podem circular, por essa razão, as areias são muito permeáveis.
Conceitos:
  • Rocha;
  • Areia;
  • Poros;
  • Permeabilidade;
  • Porosidade;
  • Granulometria;
  • grau de calibragem;
  • Areão;
  • Argila;
  • Água.
Dados e acontecimentos:
        - Procedimento:
  • Pegar numa proveta de 500 ml e encher 150 ml de areão;
  • Pegar numa proveta de 250 ml e encher 250 ml de água;
  • Deitar os 250 ml de água na proveta que contém areão;
  • Calcular a porosidade;
  • fazer o mesmo procedimento para a areia fina;
  • comparar a porosidade do areão com a areia fina;
  • Fazer o procedimento para o sedimento mal calibrado.
  • Comparar a porosidade de areão com o sedimento mal calibrado.
Resultados:

Sedimentos
Volume inicial
Volume final
Volume de poros
% de poros
Areia fina
150+250=400ml
355
45
43,3%
Areia grosseira
400ml
335
65
30%
Sedimento mal calibrado
400ml
360
40
26,7%

Conclusão:
A areia fina, é a areia com maior porosidade, logo a areia fina tem uma menor granulometria.
Os sedimentos mal calibrado, tem menor porosidade, logo tem uma maior granulometria.
Logo, nós concluimos que quanto menor são os graus de areia, maior é a porosidade e menor é a granulometria e que quanto maior são os graus de areia, menor é a porosidade e maior é a granulometria.

quarta-feira, 14 de março de 2012

RELATÓRIO:

Questão central:
Qual a importância da água num movimento em massa?

Tema:
Zonas de vertente
Princípios:  
  • As zonas de vertente são uma das formas básicas de relevo, com um certo ângulo de atrito e podem ser naturais (provocadas pela natureza) ou artificiais (provocadas pelo homem).
  • As zonas de vertente, implicam que os materiais geológicos situados nas zonas superiores tendam a ser mobilizados para as zonas inferiores.
  • O movimento nas zonas de maior declive pode ocorrer sob a forma de um movimento de materiais soltos ou sob a forma de movimentos em massa.
  • Os movimentos em massa consistem em deslocamentos, em zonas de vertente de grandes volumes de materiais, devido à ação da gravidade.
  • A movimentação dos materiais depende de certos fatores, como por exemplo, a inclinação e o tipo de material geológico que constitui as zonas de vertente e também a água é um fator que faz variar o ângulo de atrito.
Conceitos:
  • Água;
  • Ângulo de atrito;
  • Zonas de vertente;
  • Vertente;
  • Zonas de vertente naturais;
  • Zonas de vertente artificiais;
  • Movimento em massa;
  • Força da gravidade;
  • Inclinação;
  • Tensão superficial.
Dados e acontecimentos: 


Resultados:
                      
MATERIAL
TEMPO
ÂNGULO DE ATRITO
Cascalho seco
Cascalho humedecido
Cascalho encharcado em água
25s
2s
8s
28° a 35°
38°
25° a 36°
Areão seco
Areão humedecido
Areão encharcado em água
12s
5s
2s
25° a 40°
34° a 46°
50°
Areia seca
Areia humedecida
Areia encharcada em água
5s
1s
---
20° a 45°
70°
---


Conclusão:

O cascalho é o material que demora mais tempo a cair, pois contém o maior ângulo em seco, em humedecido e em encharcado em água.
O areão é o material que demora menos tempo a cair e tem um menor ângulo em seco do que o cascalho pois as particulas são mais pequenas, e quando está humedecido o ângulo aumenta pois a água junta essas particulas.
Quando o areão é encharcado em água, aumenta ainda mais o ângulo pois a junção das particulas aumenta.

A areia quando esta seca apresenta um menor ângulo de atrito, e quando humedecida esse ângulo aumenta devido à junção das particulas. Quando é encharcada em água, a areia não cai mesmo com um grau de inclinação igual a 90°.
Sendo assim concluimos que quanto maior for a quantidade no solo, maior é o risco de ocorrer movimentos em massa.